F1 – GP do Japão: Análise às equipas (Parte II)

Seguimos com a análise às equipas do GP do Japão. Depois de termos visto o top 4. seguem-se as restantes equipas.

 

Lotus: Brilhar na adversidade

foto: f1.com
foto: f1.com

Mais uma vez a equipa a mostrar uma força tremenda.  Proibidos de frenquantar a área de hospitalidade onde equipas e pilotos se encontram depois do trabalho, pode dividas da equipa, mecânicos e staff forma obrigados a inventar e adaptar-se as condições muito precárias. Mas tal como em Spa onde também tiveram problemas por causa das dividas da equipa, conseguiram um excelente resultado.  7º e8º para Grosjean e Maldonado respectivamente e uma boa soma de pontos para animar uma equipa que tem mostrado um carater enorme. A Renault já publicou uma carta de intenções onde afirma que pretende comprar a equipa, o que evitará a falência e permitirá à Lotus manter-se na competição. A corrida foi calma sem problemas de maior e apenas o facto de terem sido passado por Hulkenberg nas boxes pode ser apontado como um facto negativo. Mas tendo em conta a situação da equipa, este resultado sabe a pódio.

Gorsjean: nota 8

Maldonado: nota 8

Lotus: nota 9 (pelo carácter que mostraram mais uma vez)

 

Toro Rosso: Mad Max volta a atacar

foto: Toro Rosso
foto: Toro Rosso

O rapaz continua a brilhar. Saindo de 17º por causa da penalização por ter “estacionado” o seu monolugar no meio da pista (quando ficou sem caixa de velocidades, o que nos parece algo injusto) e mais uma vez acabou nos pontos (9º lugar). Um inicio atribulado mas depois da tormenta das primeiras curvas fez um par de boas ultrapassagens como é seu costume e acabou por fazer mais uma boa corrida. Sainz é que ficou mal na fotografia. Partiu a sua asa num marcador na entrada das boxes e perdeu ai muito tempo. O próprio admitiu que ficou envergonhado com o erro.  Mas tirando este “pormenor” ambos voltaram a fazer boas corridas e a mostrar talento.

 

Verstappen: nota 8

Sainz: nota 6

Toro Rosso; nota 7

 

McLaren: Motores de GP2

Foto in: Autosport.com
Foto in: Autosport.com

A afirmação que vai marcar esta época. Alonso não gostou nada de ser passado por Toro Rosso como faca quente em manteiga e explodiu no radio. Expressoes como “embaraçoso” e “motor de GP2” fizeram-se ouvir e caíram com certeza mal na Honda. A situação e complicada e não precisava que Alonso a incendiasse mais. Como profissional experiente que é e tendo em conta o que uma atitude destas poderia provocar, mais conhecendo minimamente a cultura japonesa, Alonso tinha a obrigação de pensar melhor.  E deixou a sua equipa numa situação delicada para quem procura patrocinadores. Ainda assim conseguiu um 11º lugar que dadas as circunstancias não foi mau. Button, que também está claramente desiludido acabou em 16 sem capacidade para lutar por mais. Ron Dennis anunciou que a dupla de pilotos se vai manter para 2016 acabando assim com a expeculaçao da saída de Button e admitiu que deveria ter falado mais cedo com o seu piloto acerca da vontade da equipa em exercer a opção por mais um ano.  Pelos vistos não aprenderam com os erros do ano passado.

Alonso: nota 3 (pela forma pouco profissional como desabafou)

Button: nota 6

McLaren: nota 3

 

Red Bull

Foto: Red Bull
Foto: Red Bull

Um dos piores fins de semana de sempre para a equipa. Kvyat perdeu a traseira do carro na qualificação e acabou com o carro completamente desfeito obrigando os mecânicos a hroas extras. Saindo da linha das boxes nunca se esperaria um grande resultado.  Ricciardo também cedo viu  desfeitas as hipóteses de um bom resultado com o furo sofrido depois do toque com Massa. Os pilotos não tiveram hipóteses de mostrar a sua valia e ficaram ambos fora dos pontos. Depois do pódio em Singapura uma enorme desilusão.

Ricciardo: nota 5

Kvyat: nota 5

Red Bull: nota 4

 

Sauber:

foto: F1.com
foto: F1.com

Ericsson sofreu com a estratégia da equipa na parte final. Teve de fazer uma 2ª parte da corrida mais longa do que gostaria por causa do “undercut” que a equipa tentou a Button, mas no final o sueco sofreu muito para segurar os adversários. Nasr acabou por desistir perto do final mas o seu colega de equipa pareceu mais uma vez melhor que ele.

 

Ericsson: nota 6

Nasr: nota 4

Sauber: nota 5

Manor

foto: Manor
foto in: autosport. com

O costume… Pouco andamento e um acordo eminente com a Mercedes para o fornecimento de motores para 2016. A equipa espera dar um salto qualitativo forte nessa altura mas até la o  papel de chicane móvel continua entregue (a McLaren também tem feito a sua parte). Rossi voltou a ser melhor mas Stevens esteve melhor até que apanhou um susto na 130R, uma das curvas mais rápidas da F1. O carro perdeu carga aerodinâmica e a traseira quis tomar o lugar da frente. Um drift que não teve consequências graves… tirando a roupa interior do piloto que não deve ter ficado em bom estado.

 

Não atribuímos notas a equipa

 

Fábio Mendes

2 pensamentos sobre “F1 – GP do Japão: Análise às equipas (Parte II)

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