#3 GRID

Grid,ban,bvlogA F1 voltou ao México, um dos GP´s mais esperado do ano demonstrou ser um dos mais cativantes, pelo menos a nível do publico, com mais de 120 mil espectadores.

Embora a moldura humana demonstrou estar a um nível aparte, o que aconteceu dentro de pista não acompanhou o entusiasmo vivido pois a corrida foi monótona, por vezes até de mais, onde incidentes e safety car conseguiram apimentar, embora de forma insuficiente o GP do México.

A Mercedes voltou a dominar por completo e fez 1 e 2, desta vez Rosberg esteve um patamar claramente acima de todos os outros e conseguiu uma vitória categórica. Lewis Hamilton, teve de se contentar com o segundo posto e Bottas voltou aos pódios com um terceiro lugar.

ChicaneGrigDaniel Leites: Antes de mais, o GP do México a nível de espectáculo em pista não foi dos melhores mas fora dela, foi certamente dos melhores ou mesmo o melhor desta época, com 120 mil espectadores. Que destacam mais do México, gostaram do traçado? Daquele último sector que faz lembrar um estádio de futebol?

MercedesGridAndré Moreira: Gostei bastante do circuito e todo o ambiente criado em volta do GP. Nesse aspecto, é sabido, até por outros espectáculos, nomeadamente artistas de musica, que o público mexicano é excelente. Este fim de semana foi mais uma prova disso mesmo, e a parte do Foro Sol, antigo estádio de Basebol, estava fantástica, e ainda bem que foi ali a cerimónia do Pódio, em frente aquela multidão toda.

MclarenGridCarlos Ferreira: O traçado do Autódromo Hermanos Rodriguez é, na minha perspectiva, bastante interessante. Concordo, também, que a corrida não foi particularmente viva mas para essa percepção contribui provavelmente o contraponto que foram os fins-de-semana de Austin e Sochi.

Há que assinalar o ambiente fervoroso com que o México recebeu a F1, que marca claramente um contraste em relação a uma grande parte dos circuitos que integram o calendário deste ano.

O último sector é brilhante pela sensação de proximidade dos adeptos. Para quem vive a experiência in loco deve ser, certamente, especial.

FerrariGridRicardo Ribeiro: Gosto bastante do circuito, é diversificado, com vários tipos de curvas, bastante técnico. Os três sectores da pista muito diferentes também, onde nas partes lentas (2º sector), se evidenciavam os Redbull, muito por culpa do seu eficaz chassis. Foi interessante também ver as velocidades do “speed trap” (Massa chegou aos 362km/h), o que mostra que também é muito rápido.

O publico aderiu em alta, as bancadas cheis, de publico animado e efusivo que merecia um melhor espectaculo em pista. A ultima curva (“Curva Peraltada) é muito interessante, pois alem de ter um raio variável, também tem inclinação, o que faz com que seja propícia que os pilotos colem o acelerador ao chão, também faz com que seja traiçoeira devido aos ligeiros saltos que existem ao longo dela. Um circuito daqueles que se deve manter no campeonato.

ChicaneGrigDaniel Leites: Mais um excelente fim de semana para a Mercedes, novamente a fazer 1 e 2, mas desta vez foi um bocado diferente. Nico Rosberg subiu ao lugar mais alto do pódio e A Mercedes voltou a ter um GP completamente dominadora face aos restantes, até deu para fazer uma paragem extra?

MercedesGridAndré Moreira: Sim, foi excelente para as nossas cores. Desta vez os pilotos trocaram a ordem de chegada, com o Nico a ter um fim de semana perfeito e dominador face ao Lewis, mostrando que a equipa pode e deve contar com ele no futuro. A paragem extra aqueceu ali o ambiente, com o Lewis a não concordar muito, mas dado o conforto que tinham sobre os restantes, foi de facto possível de fazer tranquilamente.

Uma corrida morna, sem grandes destaques, num circuito regressado ao Mundial, onde a grande desilusão terá sido a Ferrari, com os 2 carros a fazer um DNF.
ChicaneGrigDaniel Leites: O Rosberg demonstrou uma consistência incrível e uma maturidade bastante assinalável, nem em momentos menos favoráveis demonstrou fragilidades e foi claramente o elo mais forte no México?
MercedesGridAndré Moreira: Sem dúvida. Depois do erro no GP de Austin, muitas criticas foram feitas, sobre a capacidade e estofo que tinha para ambicionar algo mais e fazer frente ao Lewis, e mostrou este fim de semana, que é capaz, sendo sempre o mais rápido e batendo o Lewis, mesmo quando este por vezes se aproximou dele em corrida. Uma lufada de ar fresco para o Nico e talvez um boost extra para o que resta da época, segurando a segunda posição no Mundial de Pilotos.

ChicaneGrigDaniel Leites: O GP do México foi talvez o oposto do GP de Austin com o Alonso a ter que abandonar muito cedo da corrida e com o Button a ter um McLaren a andar francamente mal. Diria que a McLaren voltou a normalidade, anormal face ao estatuto da equipa, desta época?

MclarenGridCarlos Ferreira: Sim, acho que é legítimo dizer que a McLaren voltou aos padrões normais que nos tem habituado este ano. Um DNF e outro carro só superior aos Manor. Fiquei duplamente decepcionado tanto pela prematura desistência do Alonso como da gritante falta de andamento de Button. O Jenson pareceu incapaz sequer de dar alguma luta este fim-de-semana, o que é, apesar de tudo, estranho.

ChicaneGrigDaniel Leites: Foi um dos piores fim de semanas da Ferrari das últimas décadas certamente. Desde 2006 que os dois carros da Ferrari não terminavam uma corrida.

FerrariGridRicardo Ribeiro: Um fim de semana para esquecer, muito abaixo daquilo ao que estamos habituados da Scuderia. Uma corrida daquelas onde certamente com mais um bocado de concentração, sangue frio e como não podia faltar, um “bocadinho” de sorte, tanto por parte de Kimi (que mais um vez não acaba),  como por Vettel (demasiados erros, e demasiado optimista na primeira curva depois do arranque). É pena porque ambos mostraram tempos bastantes rápidos, o que antevia outro fim. Mas a estratégia começou por correr mal desde inicio, primeiro no furo de Vettel após toque com Ricciardo na primeira curva depois do arranque, e depois a meio da corrida no toque de Raikkonen com Bottas. Acabamos por assistir a meio Grande Prémio do México por parte da Scuderia.

ChicaneGrigDaniel Leites: Algum tipo de preocupação face a este GP algo momentâneo e no Brasil volta tudo a normalidade?

FerrariGridRicardo Ribeiro: A principal preocupação agora é fazer melhor no Brasil. Para a Scuderia, o México é passado. Não é à pala de ficar “à sombra da bananeira” que a Scuderia tem o palmarés , e o prestigio que tem. Acredito que as coisas não correram como o esperado no México, e no Brasil vamos ter uma bela resposta a este fim de semana.

ChicaneGrigDaniel Leites: Concordas com a última paragem que os dois Mercedes efectuaram? A equipa afirmou que face a vantagem que tinham para o 3º lugar poderiam efectuar uma paragem das boxes  sem perder qualquer posição e assim não levar os actuais pneus ao limite, concordas com tal justificação?

MercedesGridAndré Moreira: O conforto na corrida permitia efectuar a mesma não colocando em risco as posições. É sabido que a Mercedes em determinados GP’s, teve sempre um problema mais acentuado com o desgaste dos pneus, no entanto, e se acharam que a deveriam fazer, tendo em conta os dados que tinham da telemetria, a mesma foi feita por uma questão de segurança, não serei eu a colocar em causa, no entanto, a meu ver, creio que não fosse necessária.

ChicaneGrigDaniel Leites: Lewis Hamilton, que não gostou nada da decisão da equipa em realizar a última paragem nas boxes e a considerou como uma péssima estratégia, chegando até a dizer que os seus pneus não estavam desgastados e que os queria ver no final da corrida. Não foi uma atitude um bocado desleal face a equipa mas acima de tudo face ao Rosberg?

MercedesGridAndré Moreira: A equipa tem toda a telemetria e informação sobre o carro, performance do mesmo e dos tempos em pista,mas sobre desgastes de pneus os pilotos saberão melhor, dado que são eles que sentem o carro mais ou menos escorregadio, com mais ou menos grip em curva. O Lewis estava confortável no carro, e achou que conseguiria ir até ao fim com os pneus. Ignorou durante uma vez as ordens de equipa, e teve de ser colocado no lugar. Ordens de equipa, quer se goste ou não, são para cumprir, e apesar de entender que poderia achar-se capaz de vencer sem fazer o Pit Stop, eu tenho algumas duvidas, dado que mesmo com pneus novos, o Nico foi sempre mais rapido que ele. A entrada do Pace Car deve ter azedado ainda mais o Lewis. É nestas alturas que o Lewis deveria ser mais humilde e respeitar mais quem o rodeia, a nível profissional claro, pois é graças a eles que é o que é hoje. Podemos achar que até teria razão, dado que o Checo andou ali e bem com uns pneus que levavam quase 50 voltas, enquanto os dele somente umas 20 e poucas, mas isso já seriam muitos se’s, e agora não há nada a fazer.

MclarenGridCarlos Ferreira: Não quero ir por esse caminho. É certo que questionar as ordens de equipa dá sempre uma má imagem para o exterior mas também é importante que o piloto dê o seu próprio feedback. Em Silverstone, por exemplo, o Hamilton tomou uma decisão por si próprio que, provavelmente, lhe ganhou a corrida. No entanto, neste caso, a imagem que passou cá para fora foi uma imagem de desconfiança perante a sua própria equipa e uma quase insinuação de que a equipa estava a favorecer o seu companheiro de equipa. Desnecessário para quem já tem o título de campeão deste ano no bolso.

FerrariGridRicardo Ribeiro: Nem a feijões gosta de perder Hamilton, essa atitude é prova disso. Com o campeonato ganho, tanto o de pilotos como o de construtores, Hamilton quer mais, e ia lutar pelo primeiro lugar mais uma vez. Talvez a equipa quisesse congratular o “encolhido” ego de Rosberg que tem perdido quase todos os duelos directos com Hamilton que se mostra numa forma impressionante. A atitude de Hamilton por sua parte revela um pouco como é a sua personalidade, iria tirar satisfações à equipa acerca do estado dos pneus, pois não acreditava que os pneus estivessem desgastados, deixam a ideia no ar que o estariam a prejudicar de maneira a que Rosberg recebesse o seu “doce”. Não é fácil lidar com os egos dos pilotos, e acredito que esta tenha sido uma manobra da equipa para que Rosberg subisse ao lugar mais alto do pódio, de maneira a subir os seus índices de confiança , pois rapidez em qualificação já tem, o que lhe falta é manter ritmos de corrida elevados.

 

 

ChicaneGrigDaniel Leites:  Embora tenha sido um péssimo fim de semana para a McLaren, fico com a ideia que houve sectores (com mais curvas e mais lentos) em que o carro até se portava bem e onde era complicado realizar uma aproximação ao McLaren mas depois em sectores onde exigia mais ao motor o carro ficava muito aquém do esperado. O problema está mesmo no motor Honda?

MclarenGridCarlos Ferreira: Na F1 atual, separar as componentes motor-aerodinâmica não é tão rígido como seria antes. No entanto, e porque não convém ser hipócrita, creio que já toda a gente se apercebeu que o maior factor do défice da McLaren para com os seus adversários este ano vem da “power unit” japonesa.

Por isso já ser consenso geral, convém aqui notar que a vulnerabilidade do motor não ausenta de culpa o chassis deste ano. Será, muito provavelmente, apenas 4º melhor do paddock este ano, algo que longe de ser terrível, também não é o que uma equipa com as ambições da McLaren deseja. Acredito que o projeto de 2016 terá como base este chassis e será muito mais forte. A mão de Prodromou será muito mais reconhecível na próxima temporada.

 

 

ChicaneGrigDaniel Leites: Acredita que com outro motor, os problemas da McLaren desapareciam ou pelo menos atenuavam bastante. Ou acha que este monolugar com outro motor, continuaria a ser pouco competitivo porque o problema do monolugar é global?

MclarenGridCarlos Ferreira: De certa forma, acho que deixei a resposta a esta pergunta implícita na questão anterior. O chassis foi construído com base na “power unit” da Honda que fez, diga-se, um trabalho fantástico de “packaging”. Este “size zero” da traseira do monolugar trará no futuro grandes ganhos a nível aerodinâmico, bastante superiores ao que pudemos verificar este ano.

Não sei o que aconteceria com outro motor porque, a não ser que conseguissem o que a Honda conseguiu, o chassis seria obrigatoriamente diferente do atual.

O que posso dizer com toda a confiança é que bastaria um ERS totalmente funcional para a McLaren estar numa posição muito mais aprazível daquela que se encontra atualmente.

 

 

ChicaneGrigDaniel Leites: A performance da Ferrari deve-se a azares mas também a péssima prestação de Sebastian Vettel, foi um GP para esquecer para o alemão? Existe explicação para o incidente que levou o alemão a desistência?

FerrariGridRicardo Ribeiro: Vettel esteve bastantes furos abaixo daquilo a que habituou os fãs, e principalmente daquilo do que é capaz. Aquele toque ao inicio deixou-o algo desconcentrado, pois , piões como o que vimos pouco antes de desistir não são de pilotos da sua categoria. Foi um somar de erros que levou à sua desistência. Simplesmente não estava focado.

ChicaneGrigDaniel Leites: Opinião sobre o incidente entre o Kimi e o Bottas?

MercedesGridAndré Moreira: Depois da Rússia, novo confronto Nórdico em pista, que parece aquecer cada vez mais. Desta vez, ficou o Kimi de fora, e bem. Um piloto como ele, sabia perfeitamente que em momento algum, cortando como fez, a colisão seria evitável. Parece que começa a faltar alguma frieza, que tanto o caracterizou, e tem cometido erros que não são bem vistos para pilotos com a experiência dele. Quem deve ter gostado menos foi a Ferrari, mas renovou com ele, portanto veremos se temos um Kimi na próxima época a bom nível, e que possa pelo menos bater-se bem com o Seb, pois no duelo interno da Scuderia, está a perder.

FerrariGridRicardo Ribeiro: Uma repetição da situação em Sochi, mas desta vez inverteram-se os papéis. Bottas tenta ultrapassar Kimi após uma zona de DRS, aproveitando a boa velocidade de ponta que os Williams mostraram nesta pista, Kimi fica com o interior da curva que é à esquerda e mantém a posição, na seguinte Bottas mantém-se por fora e  ganha o interior da curva, e Kimi não deixa espaço, Bottas trava mas não consegue evitar o toque. Ambos sabiam que nem um nem o outro ia ceder, fica a perder Kimi, pois além de ter perdido o duelo ainda parte o eixo traseiro e acaba a corrida assim a corrida para o finlandês.

ChicaneGrigDaniel Leites: Previsão para o GP do Brasil?

MercedesGridAndré Moreira: É para cumprir calendário, mas tem de ser P1 e P2 para Mercedes, e se possível um GP à chuva, mas isso já é gosto meramente pessoal, pois permitirá ter um GP mais interessante com mais duelos.

MclarenGridCarlos Ferreira: Mais do mesmo, um novo fim-de-semana de R&D. Não acredito que Interlagos seja um circuito que nos favoreça especialmente e chegar aos pontos dependerá sempre mais da incompetência e infortúnio de outrém do que próprio rendimento. Acho que neste contexto o objetivo realista para o Brasil é chegar com os dois monolugares ao final da corrida, o que seria sinal de consolidação e melhoria da fiabilidade da “power unit”. O que vier por acréscimo será sempre vindo, mas, como se percebe, surpreendente.

FerrariGridRicardo Ribeiro: No que toca à Scuderia , espero ver um fim de semana bem melhor. Espero ver também ver espremido o potencial deste novo upgrade do motor que foi feito pela Ferrari aquando o GP de Austin. A Mercedes vai continuar forte, aliás prevejo que sejam ainda mais eficazes, pois nesta altura contam com 2 pilotos altamente moralizados, e numa competição constante entre eles. Massa vai quer mostrar credenciais pois corre em frente ao seu publico, podendo estar em cima da mesa um pódio para o Brasileiro. Por parte dos RedBull, vamos os ver nas disputas pelos lugares cimeiros, uma vez que esta pista favorece bastante os RedBull, pois no meu ponto de vista esta equipa possui o melhor chassis desta época, o que nos deixa a pensar o quanto eles seriam eficazes se tivessem um motor ao nível dos Mercedes.

 

 

ChicaneGrigDaniel Leites: Melhor e pior da semana?

MercedesGridAndré Moreira: Pelo melhor destaco novamente o ambiente vivido durante todo o fim de semana pelo público Mexicano, pela negativa mais um abandono do Alonso, apesar de ele saber que iria acontecer, e do Seb ou de uma forma geral, a Ferrari, que teve um fim de semana para esquecer.

MclarenGridCarlos Ferreira: McLaren: Não há qualquer ponto positivo do lado da McLaren este fim-de-semana. Voltar à realidade habitual do que tem sido esta temporada é duro demais para que se encontre um ponto positivo nesta conjugação catastrófica.

Como pior da semana no âmbito da McLaren, é muito dificil fugir aos problemas de fiabilidade do monolugar do Alonso. Por esta altura da temporada, já se esperaria que, apesar da falta de competitividade do motor, o conhecimento sobre as raízes dos problemas que têm surgido estivessem melhor identificados.

Fora do âmbito da McLaren: Para pior da semana, fora do ambiente da equipa inglesa, a minha escolha recai nas palavras infelizes do Lewis sobre o Michael Schumacher. São declarações que têm tanto de infelizes como de desnecessárias, especialmente se tivermos em conta o drama que o heptacampeão está a passar.

Como aspeto mais positivo, salientar novamente a recepção proporcionada pelo México ao círculo da F1. Ainda esta semana, o Sebastian Vettel afirmava não encontrar explicações para a falta de audiência da modalidade no seu país. É um verdadeiro case-study que um país com a tradição na F1 como a Alemanha (e que tem dois pilotos seus no top3 da classificação do mundial) tenha dificuldades em atrair público e um país como o México, que não teve sequer um campeão do mundo e seja economicamente muito inferior aos seus congéneres europeus, demonstre tanto paixão pelo desporto-rei do automobilismo.

FerrariGridRicardo Ribeiro: O melhor da semana foi Rosberg, que para além da pole (já nos habituamos a vê-lo partir da frente), conseguiu manter-se sempre a frente do seu colega de equipa. Sem erros, muito consistente, no final merecido. Mostrou ter estofo, precisa de mais experiência, pois ainda não está no auge do seu potencial.

O pior da semana foi sem duvida Vettel, demasiados erros e ainda por cima alguns infantis, nem parecia o mesmo Vettel que estamos habituados a ver. A ânsia de recuperar lugares depois daquele toque inicial, mexeu com o psicológico dele, e talvez também estivesse a espera de ter um carro mais rápido, tal como ele afirmou depois da qualificação. Um fim de semana daqueles para arrumar na gaveta e nunca mais abrir para o Alemão.

Daniel Leites

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