WEC – 6h Silverstone: Audi arrancou a vitória

Quem esperava emoção, ficou feliz! Foram 6h de espectáculo, com acidentes, tácticas bem afinadas (ou não) e pilotos fantásticos que queriam mostrar o que eram capaz de fazer na primeira prova do Mundial.

A Audi tinha a pole position e os dois carros largaram muito bem, conseguindo manter as duas primeiras posições. No entanto, cerca de meia hora depois do começo, Mark Webber no Porsche #1, passava para a frente da prova, com dois Audi logo atrás a darem muita luta e o POrsche #2 na quarta posição. Os dois Toyota ficavam para trás, não mostrando durante toda a corrida, o ritmo necessário para assustar as duas marcas germânicas.

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© Adrenal Media

Antes da barreira das 30 voltas, a Audi foi a primeira a mandar parar os carros nas boxes, seguindo-se a Porsche e Toyota. Webber dava lugar a Brendon Hartley. Mesmo com as paragens, o #1 continuava a liderar a prova britânica.

Em LMP2, a RGR equipa de Filipe Albuquerque, era 2º com Ricardo González ao volante do Ligier. Mais à frente na prova, o Audi #8 ficou  parado mais tempo na box, perdendo muitas posições, baixando para o 6º lugar. Era as primeira falha de fiabilidade.

Se pensarmos que a Porsche chegou a 2016 com quase o mesmo carro de 2015 e Audi e Toyota fizeram bastantes mudanças nos seus carros, os dois carros destas duas equipas estão mais propícios a “azares” com a performance. 

Pouco mais de duas horas depois da prova ter começado, Brendon Hartley bateu forte contra o Porsche 911 RSR de Michael Wainright, quando liderava a prova. Era a primeira grande desistência da prova. Quase ao mesmo tempo, o Audi #8 ficava parado no meio da pista, possivelmente com problemas no motor de combustão. Um elemento da equipa ainda foi tentar assistir o piloto, mas dava para mais. A segunda desistência nos LMP1 e desta vez, por problemas mecânicos.

A Toyota também sentia problemas, com o carro #5 a furar um pneu, devido a um toque com um GT e que destruiu bastante a carroçaria do carro, obrigando a equipa a trabalhar no carro durante 45 minutos, mas não obrigando à sua desistência.

Na volta 159, Neel Jani batia o recorde da corrida de Mark Webber e fazia a volta em 1:40.303s, quando liderava. Os dois carros, Porsche #2 e Audi #7, trocavam de posições numa das idas à box, colocando a Audi como a mais que possível vencedora da prova.

A Porsche ainda tentou, com um Splash & Dash, dar a volta à situação, mas a Audi conseguiu responder e colocar o #7 com uma vantagem de cerca de 7s depois da saída da box pela última vez.

Foi uma vitória suada para a Audi, mas mesmo mostrando algumas debilidades, conseguiu fazer melhor que a Porsche. À Toyota faltou ritmo para chegar mais à frente e se não fossem as duas desistências das outras equipas, não teriam chegado ao pódio final.

Nos LMP2, a RGR, equipa de Filipe Albuquerque, conseguiu a vitória na classe e nos GTE também tivemos dois portugueses no pódio. Rui Águas, piloto do Ferrari F458 Italia #83 venceu a classe Am e Pedro Lamy, no Aston Martin Vantage V8 #98, seguiu o compatriota na segunda posição.

Classificações por classe:

LMP1

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fonte: fiawec.com

LMP2

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GTE- Pro

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GTE-Am

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Pedro Mendes

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