CNVT – Nuno Batista: “Neste momento estamos mais confiantes.”

Nuno Batista era um homem satisfeito no final da qualificação com o 2º lugar conquistado na segunda sessão. Quando confrontado com a melhoria nas prestações o piloto mostrou que a Speedy evoluiu e conseguiu encontrar uma afinação mais adequada para as suas máquinas.

 

“Os carro evoluíram em relação às outras provas. Fizemos uns testes que nos permitiram entender melhor o carro e descobrir uma afinação mais adequada. Neste momento estamos mais confiantes.”

 

Batista faz dupla com Edgar Florindo, que faz a sua estreia no CNVT e a opinião não podia ser mais positiva em relação às prestações do piloto de Vila Real

“Avalio como excelente as prestações do Edgar neste início de época. Fez uma boa qualificação e está a andar muito bem aqui, tal como já tinha feito no Estoril e em Portimão, embora os resultados possam dizer o contrário mas a sorte também não tem estado do lado dele. Mas a partir de agora esperamos conseguir traduzir em resultados o andamento que temos.”

 

Quanto às sessões de qualificação,o piloto admitiu que as situações de bandeiras vermelhas não favorecem mas que fazem parte do desporto e que é necessário adaptar-se sempre aos novos desafios, mais numa pista tão exigente como a de Vila Real

“As sessões de qualificação foram algo confusas e isso quebra sempre um pouco a concentração mas temos de saber lidar com isso. Vila Real é sempre uma pista de coração. É um prazer andar aqui embora os erros se paguem caros mas é igual para todos.”

 

Falando do estado actual do campeonato, Batista é da opinião que este CNV está muito competitivo e tem os ingredientes necessários para singrar, mesmo que a iniciativa do TCR Ibérico não tenha convencido muitos pilotos espanhóis:

“Eu acompanho as corridas desde de criança e tive a oportunidade de ver grandes nomes correm em pista e grande máquinas, mas as lutas limitavam aos 2, 3 primeiros. Eu considero que este CNV é provavelmente o mais competitivo de sempre, pois existem sempre 8, ou 9 carros com condições para lutarem por vitórias e assim andamos todos no fio da Navalha. É pena sermos poucos mas os poucos que são têm qualidade.”

 

Em relação à fraca adesão dos pilotos espanhóis, Batista defende que os espanhóis preferem um formato de endurance em detrimento dos sprints e talvez venha daí o menor interesse para já do campeonato. “Eu pessoalmente também aprecio esse formato. O CER é um campeonato com bons grids e bem estabelecido e provavelmente será mais difícil convencer os espanhóis. Se calhar, se quisermos apostar seriamente num campeonato ibérico não seria mal pensado adoptar esse formato, mas sinceramente neste momento o campeonato português pode andar por si só pois tem pilotos e condições para isso. “

 

 

Chicane Motores

Fotos: Ricardo Fontelas

 

Anúncios

Deixe uma Resposta

Preencha os seus detalhes abaixo ou clique num ícone para iniciar sessão:

Logótipo da WordPress.com

Está a comentar usando a sua conta WordPress.com Terminar Sessão / Alterar )

Imagem do Twitter

Está a comentar usando a sua conta Twitter Terminar Sessão / Alterar )

Facebook photo

Está a comentar usando a sua conta Facebook Terminar Sessão / Alterar )

Google+ photo

Está a comentar usando a sua conta Google+ Terminar Sessão / Alterar )

Connecting to %s