CPR – Manuel Castro: “Não foi o início de campeonato que pretendíamos”

Não foi o melhor início de campeonato para Manuel Castro. O piloto, mais uma vez navegado por Luís Costa, teve uma prova difícil, e acabou mesmo por abandonar, já na última especial do rali. Depois de um início cauteloso, Castro entrou para a a ronda noturna de especiais de Sábado, com um ritmo mais vivo, mas mas viu o seu Hyundai i20 R5 ficar sem direcção assistida nos quilómetros finais da especial de Lameirinha 2.

Apesar deste problema técnico, Manuel Castro avançou para Luílhas 2 à procura de não perder demasiado tempo, mas já perto do final dos 14 quilómetros da classificativa, capotou o i20 R5, perdendo com isso, mais de 2 minutos para a concorrência, e vendo assim goradas as chances de conseguir um bom resultado. Ainda assim, após a um trabalho em contra-relógio da Racing 4 You para reabilitar o
i20 com o número 33, Manuel Castro / Luís Costa continuaram em prova, seguindo para a dupla passagem pela Fafe Street Stage. No final da primeira etapa do rali, Castro / Costa, encontravam-se na 13.o posição.

Para o segundo dia de Prova, Manuel Castro partiu atrás do prejuízo, em perseguição do top 10 e concretamente, de Harry Hunt e Pedro Antunes, pilotos que estavam ainda ao alcance do piloto da Racing 4 You. A recuperação iniciou-se em Montim 1, com o piloto de Caldas das Taipas a ganhar
preciosos segundos para os seus adversários, mas a neutralização de tempos na especial seguinte, a mais longa da primeira ronda da manhã, acabou por prejudicar Manuel Castro, que via assim encurtados os quilómetros do rali. Ainda assim, no final da primeira ronda de Domingo, Castro era 12o e encontrava-se
a 28.9 segundos de Harry Hunt, e 30.5 de Pedro Antunes, tendo encurtado para menos de metade a distância para estes concorrentes.

As hipóteses de chegar ao top 10 goraram em Montim 2, com o piloto a dar um pequeno toque numa berma de estrada, que empenou o braço direito de suspensão traseiro do Hyundai i20 R5. Manuel Castro tentou ainda levar o Hyundai até ao fim, com bastante cautela, mas já na última especial, o braço de suspensão acabou mesmo por ceder, e o piloto foi obrigado a abandonar a prova, a poucos quilómetros do final do rali.

“Não foi o início de campeonato que pretendíamos. Tivemos contrariedades de todo o tipo, que infelizmente fizeram com que não nos fosse possível alcançar os nossos objectivos. Depois do que nos aconteceu no Sábado, tentamos ir atrás do prejuízo e conseguir um lugar no top 10, que era o possível.
A neutralização da especial Ruivães/Confurco 1, acabou por nos penalizar, pois era nessa especial que podíamos recuperar mais tempo aos nossos adversários. Arriscamos subir o ritmo na ronda final de especiais do rali, mas acabamos por dar um pequeno toque numa valeta, que empenou o braço de suspensão traseiro do Hyundai. Tentamos levar o carro até ao fim, mas o braço acabou mesmo por ceder. Como é obvio, o resultado não nos agrada, mas vamos começar já a trabalhar para que na próxima prova possamos fazer melhor.
Queria também deixar uma nota de agradecimento ao público. Mais uma vez foram fantásticos. Sente-se o apoio e o carinho das pessoas de dentro do carro, e sabe muito melhor correr nestas condições.”

 

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